A arte de Henri Matisse em exposição da Caixa Cultural

Chega ao Rio a exposição Henri Matisse – Jazz, com obras do pintor, desenhista e escultor francês Henri Matisse. Foram reunidas 20 pranchas impressas com a técnica au pochoir, feitas especialmente para o álbum Jazz, publicado em Paris, em 1947.

A mostra abre no dia 24/10 (terça-feira), às 19h, com visita guiada pela curadora Ana Paola Baptista, e segue em cartaz até 22/12, na Caixa Cultural, no Centro. E é gratuita!

As imagens variam da abstração a figuras de grande vivacidade, mescladas a um texto manuscrito impresso em fac-símile no qual Matisse (1869-1954) tece observações sobre assuntos diversos.

Henri Matisse - Jazz_O pesadelo do elefante branco (800)
Imagem de divulgação Caixa Cultural

Os trabalhos foram desenvolvidos por Matisse no início da década de 1940, quando, obrigado a passar longos períodos na cama e na cadeira de rodas em recuperação de uma delicada cirurgia, o artista combinou desenho e pintura em colagens feitas com papeis recortados e coloridos com guache.

A exposição em cartaz na Caixa, reúne algumas de suas mais importantes obras nesse estilo. No total, foram publicados 250 exemplares do álbum, dos quais apenas dois estão no Brasil. As obras apresentadas pertencem ao número 196, que integra o acervo dos Museus Castro Maya, no Rio de Janeiro.

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Henri Matisse – Jazz
Onde: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Quando: 25/10 a 22/12/17, de terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação Indicativa: Livre
Quanto: Entrada franca

 

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Exposição traz acervo do grupo mineiro Giramundo para o Rio

Com uma legião de fãs de todas as idades, o grupo Giramundo produziu, em quase 50 anos de estrada, dezenas de montagens, centenas de bonecos, milhares de desenhos, horas de vídeo e um tanto mais de histórias. Consumiu madeira, gente e sonho transformando tudo isso em marionetes animadas. Parte dessa trajetória será apresentada na Mostra Mundo Giramundo, em cartaz de 12/7 a 27/8 na Caixa Cultural Rio de Janeiro, no Centro.

A exposição é gratuita e apresenta a trajetória da companhia mineira, com mais de 130 bonecos do acervo do Museu Giramundo, que preserva a maior coleção privada de marionetes das Américas. Além de conhecer as marionetes, todas confeccionadas pelo grupo, será possível aprender sobre o processo de criação e construção e descobrir como os personagens são feitos. A mostra também conta com vídeos retratando as grandes apresentações da cia.

Alice - Foto de Marcelo Nicolatto (800)

Além da exposição, o grupo Giramundo oferece o workshop gratuito Treinamento de manipulação de bonecos no dia 21/7 (sexta-feira), das 15h às 20h. A atividade pretende apresentar a metodologia de treinamento de marionetistas adotada pelo grupo utilizando os bonecos profissionais da companhia, aproximando os participantes de reais condições de formação e sensibilização. Voltada para jovens e adultos, a participação é gratuita. Serão oferecidas 20 vagas,e as inscrições deverão ser realizadas através do e-mail secretaria@giramundo.org. Os candidatos devem aguardar a confirmação da produção. (Nota da editora: informações direto com a produção do evento, não temos qualquer relação com esse workshop 😉 )

E também teremos apresentações! Nos dias 29 e 30/7 (sábado e domingo), às 16h, o grupo apresenta o espetáculo Pedro e o Lobo, de Sergei Prokofiev, um clássico que acompanha gerações, originalmente escrito em 1936 e apresentado pelo Giramundo pela primeira vez em 1993. As apresentações serão realizadas no Foyer, abertas ao público.

O Giramundo foi fundado em 1970, pelos artistas plásticos Álvaro Apocalypse, Tereza Veloso e Madu. Desde sua criação, já realizou 34 espetáculos teatrais, construindo acervo próximo de 1500 bonecos e objetos de cena. Suas montagens experimentam a figura da marionete em múltiplas formas, de bonecos manipulados por fios a mamulengos (fantoches de luva), passando por bonecos de vara, bunraku (bonecos manipulados por três atores e mochila) e adaptações próprias, como bonecos sentados, uso de máscaras e teatro de sombras, criando um variado panorama técnico e expressivo desse tipo de teatro.

Pedro e o Lobo - Acervo Giramundo (800)

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Mostra Mundo Giramundo
Quando: 12/7 a 27/8 (não abre às segundas), das 10h às 21h
Onde: Caixa Cultural – Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (metrô Carioca)
Quanto: Entrada gratuita
Classificação indicativa: Livre

Workshop Treinamento de manipulação de bonecos
Quando: 21/7 (sexta-feira), às 15h
Duração: 5h
Vagas: 20
Classificação indicativa: Livre
Inscrições: secretaria@giramundo.org

Apresentação do espetáculo infantil Pedro e o Lobo
Quando: 29 e 30/7 (sábado e domingo), às 16h
Onde: Caixa Cultural Rio de Janeiro – Foyer
Quanto: Entrada gratuita
Classificação indicativa: Livre

Grandes nomes da escrita feminina se reúnem na Caixa Cultural

De 2 a 12/5 (terça a sexta-feira), a Caixa Cultural do Rio recebe o ciclo de debates Língua Afiada: escritoras tomam a palavra. Serão oito palestras tratando de temas atuais e importantes do universo da escrita feminina, como desejo, prostituição, homossexualidade, amor, maternidade, e violência na ditadura e na cultura patriarcal.

O evento abre com Nélida Piñon, primeira mulher a presidir a Academia Brasileira de Letras. Além dela, a escritora e filósofa feminista Marcia Tiburi, a ativista do movimento negro e também escritora Conceição Evaristo, a premiada autora Beatriz Bracher e a curadora Guiomar de Grammont estão entre as palestrantes convidadas. O projeto inclui escritoras de outros países falantes da língua portuguesa

Ações combativas e mitos que ligam a mulher ao desequilíbrio, pecado e perigo pautam os debates. Referenciando escritoras atuais, falecidas ou pioneiras, todos partem de temas abrangentes: a velhice em Clarice Lispector; a sexualidade em Hilda Hilst, a política em Beatriz Bracher, a pornografia em Adelaide Carraro, para discutir questões atuais. Na única mesa sobre um escritor, que acontece no dia 3/3, a presidente da Fundação Casa de Rui Barbosa, Marta de Senna, trata de Machado de Assis, cujas maiores interlocutoras eram mulheres. No dia 5/5, os professores eméritos Jorge Fernandes da Silveira e Laura Padilha abordam o corpo textual e o corpo sociopolítico em Portugal e na África das guerras anticolonialistas.

A entrada é gratuita, com distribuição de senhas uma hora antes de cada debate. Confira abaixo a programação completa, sempre às 18h30:

– 2 de maio (terça-feira): A paixão da escrita
Reflexão sobre o ofício de ser escritora e sobre processo de criação, com as operações complexas entre ficcional, memória e contexto social, cultural, econômico e político.

Com: Nélida Piñon – escritora
Mediação: Clarisse Fukelman

– 3 de maio (quarta-feira): Moralidade e tradição: suplícios oitocentistas e vozes femininas
Em Machado de Assis, a crítica social ao patriarcalismo se expressa nas personagens femininas e na interlocução com a leitora de ficção. Já a pressão social sobre a mulher intelectualizada e autônoma é tema das pioneiras Maria Benedita Bormann e Albertina Bertha.

Com:
Marta de Senna – doutora em Literatura, presidente da Casa de Rui Barbosa e autora de O olhar oblíquo do Bruxo e A ilusão e zombaria.
Anélia Pietrani – professora na Faculdade de Letras da UFRJ, coordenadora do Núcleo Interdisciplinar de Estudos da Mulher na Literatura (FL/UFRJ).
Mediação: Maria Cristina Ribas

– 4 de maio (quinta-feira): Expressões libertárias: anarquismo e literatura erótica e pornográfica
Práticas sexuais interditas motivam obras de Hilda Hilst, Adelaide Carraro e Cassandra Rios, as “maiores pornógrafas da literatura brasileira”. Por outro lado, a fala anarquista de Maria Lacerda de Moura (1887-1945) inclui debate sobre amor livre.

Com:
Carla Rodrigues – professora doutora do IFCS/UFRJ, Coordenadora do laboratório Escritas – filosofia, gênero e psicanálise (CNPq). Autora de Coreografias do feminino.
Margareth Rago – professora titular de História na UNICAMP, autora de Feminismo e Anarquismo no Brasil.
Rodolfo Londero – Jornalista, professor adjunto da UEL e pós-doutor especializado em teorias da publicidade, ficção cyberpunk e pós-modernismo.
Mediação: Adriana Azevedo

– 5 de maio (sexta-feira): Territórios de afetos: poetas em países de língua portuguesa
Consciência da escrita e erotismo movimentam o trabalho das poetas portuguesas Fiama Hasse Paes Brandão e Luiza Neto Jorge. Serão abordados também o corpo textual e o corpo sociopolítico no cenário da guerra anticolonialista na África, na obra de Alda Espírito Santo e Paula Tavares e Noêmia de Sousa.

Com:
Jorge Fernandes da Silveira – Professor Emérito da UFRJ, autor de Escrever a casa Portuguesa; Luiza Neto Jorge: 19 recantos e outros poemas.
Laura Padilha – professora Emérita da UFF. Autora de Lendo AngolaEntre voz e letra: O lugar da ancestralidade na ficção angolana do século XX.
Mediação: Claudia Chigres

– 9 de maio (terça-feira): Políticas disciplinares: autoritarismo, liberdade e autoconhecimento
Memória e trauma conduzem narrativas que encenam o impacto emocional e cultural da ditadura militar e também narrativas de autoconhecimento que buscam, através da palavra, a superação da violência real e simbólica.

Com:
Beatriz Bracher – escritora, prêmios São Paulo Literatura 2016, Rio de Literatura 2015, Clarice Lispector 2009 e APCA 2013.
Marcia Tiburi – professora doutora da UNIRIO, artista plástica, finalista prêmio Jabuti com o romance “Magnólia”.
Mediação: Ana Chiara

– 10 de maio (quarta-feira): Armadilhas do tempo
Juventude e velhice na mídia e na literatura. Estereótipos criam dramática descontinuidade entre gerações. Na atualidade, a jovem ocupa a centralidade no discurso midiático, mas na condição de objeto. Na literatura, Clarice Lispector conecta-se a autoras que denunciam o controle da voz e da sexualidade da mulher idosa.

Com:
Clarisse Fukelman – professora doutora no Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio e autora de Eu assino embaixo: biografia, memória e cultura.
Adriana Braga – professora no departamento de Comunicação Social da PUC-Rio, autora de Personas Eletrônicas: feminilidade e interação no blog.
Mediação: Maria Antonieta Jordão

– 11 de maio (quinta-feira): A cor da pele e a educação para a diversidade de sexo e gênero
Escritoras negras pioneiras no debate da discriminação racial ecoam na ficção de Conceição Evaristo. Projetos educativos inclusivos, articulados a estudos feministas, contemplam processos de subjetivação diferenciados.

Com:
Conceição Evaristo – escritora, doutora em Literatura Comparada, prêmio Jabuti 2016.
Fernando Pocahy – professor doutor na faculdade de Educação da UERJ, coordena o Grupo de Estudos em Gênero, Sexualidade e(m) Interseccionalidades na Educação e(m) Saúde.
Mediação: Giovanna Deltry

– 12 de maio (sexta-feira): Profissão escritoras
Depoimentos de escritoras de diferentes gerações sobre a própria obra, a questão do feminino e feminismo e canais para difusão de seus trabalhos.

Com:
Guiomar de Grammont – professora doutora da UFOP, Prêmio Cesgranrio e Casa de las Américas.
Simone Campos – escritora, tradutora, doutoranda pela UERJ, semifinalista do Prêmio Oceanos 2014.
Susana Fuentes – poeta, ficcionista, dramaturga, Doutora em Literatura Comparada. Finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2011.
Mediação: Clarisse Fukelman

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Ciclo de palestras Língua Afiada: escritoras tomam a palavra
Quando: 2 a 12/5/2017, sempre às 18h30
Quanto: Entrada franca, com distribuição de senhas uma hora antes de cada debate
Onde: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Cinema 1: Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Lotação: 78 lugares (mais 3 para cadeirantes)
Classificação Indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência

Música para Criança! Temporada de shows gratuitos da Banda Mirim na Caixa Cultural

A premiada Banda Mirim leva para a Caixa Cultural seu novo show, o “Música para Criança”. As apresentações serão gratuitas (ueba!) e acontecem nos dias 1, 2, 8 e 9/4 (sábados e domingos), às 16h.

A temporada de shows é uma comemoração aos 13 anos de história do grupo e sua rica trajetória dedicada ao teatro e à música para a infância e juventude. O grupo é referência no Brasil e já conquistou 21 prêmios na área, dentre eles o APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte).

Confira aqui um pouco do show da Banda Mirim!

Bastante variado, o repertório inclui faixas de todos os espetáculos da trupe. Crianças e adultos poderão cantar e dançar ao som das contagiantes Felizardo (essa eu conheci ouvindo no GNT: Hoje eu acordei me sentindo, tão bem… ❤ ), Cada dia é um presente Cuidado – dos discos Primeira Cartilha e Segunda Cartilha –, além de inéditas como Vai encararEstátua.

Além do show, no dia 9/4 vai rolar também um oficina infantil, às 15h, também na Caixa (na sala Margot). A inscrição é gratuita e deve ser feita até o dia 5/4 pelo email bbandamirim@gmail.com.

O elenco do espetáculo é formado pelos atores Claudia Missura e Alexandre Faria; a cantora-compositora Tata Fernandes; os músicos Simone Julian, Nina Blauth, Lelena Anhaia e Olívio Filho e, ainda, pela cantora-compositora-circense Nô Stopa e por Edu Mantovani, também do circo.

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Para aproveitar melhor os eventos, a gente sempre sugere deixar o carro em casa. A Cabify é uma empresa de tecnologia que conecta quem quer se movimentar pela cidade com estilo e segurança a um motorista particular que te leva a qualquer lugar!

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Banda Mirim na Caixa Cultural
Quando: Dias 1, 2, 8 e 9/4 de 2017 (sábados e domingos), às 16h. Oficina dia 9/4.
Onde: Caixa Cultural – Rua Almirante Barroso, 5 – Centro (Carioca).
Quanto: Entrada gratuita. Os ingressos devem ser retirados com uma hora de antecedência na bilheteria da Caixa

 

Diários em cinema e cena na Caixa Cultural

Você já teve um diário? Já escreveu em agendas, cadernos de memórias, blogs na internet? E nas redes sociais, você fala de si?

Buscando trazer luz aos temas da “exposição pública do íntimo” e da “tensão entre a vida pública e a privada”, a mostra Diários: do segredo á revelação traz para o público filmes e atividades relacionadas às narrativas pessoais. Além da discussão e reflexão desses temas, temos a oportunidade de olharmos a história do mundo e as emoções humanas através da pluralidade de olhares pessoais. Particularmente, já que estamos falando de diários, assisti a um filme, uma leitura dramatizada e uma aula da oficina de escrita. O público em média nas três atividades foi de 25 pessoas atentas e participativas.

Assisti ao filme “Memórias do Cárcere” (1984), de Nelson Pereira dos Santos, cuja história é baseada na obra de mesmo nome de Graciliano Ramos. O escritor e então político de Alagoas foi preso pela Ditadura de Getúlio Vargas por ir contra as imposições do governo. No cárcere (incluindo a desumana Colônia Penal de Ilha Grande), Graciliano escreveu seu romance sobre tudo que viveu e viu nesse período. As três horas de filme (raridade nos tempos fast que vivemos) são uma oportunidade de olharmos para questões passadas e atuais de nosso país. O que ficou? O que mudou? Neste domingo, às 14h, haverá exibição novamente do filme.

Aproveite o final de semana para esta imersão íntima! Além da mostra “Diários”, há uma exposição de lindos e criativos brinquedos feitos a mão, exposição fotográfica de Alair Gomes e outra mostra de cinema. No dia 18/01 haverá a Sessão Resistências, às 16h30, dentro da mostra “alô alô mundo!”.

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A Caixa Cultural conta com wi-fi, guarda-volumes, piano disponível ao público e um Café com guloseimas, delícias e a gentileza de Carla, que recebe a todxs muito simpaticamente (raridade também no atendimento carioca). Há clientes que a esperam chegar para saborear o café (R$5) com uma boa conversa. Experimente o chocolate quente (R$6) e o croissant quentinho (R$5). Ah, e não esqueça de levar agasalho! Nas salas de cinema faz frio.

ps: O que você anda pensando sobre si? Sobre o mundo? Experimente escrever! Como a curadora Betch Cleinman relembra no catálogo da mostra, já dizia a canção: “Existirmos: a que será que se destina?“.

 

Dia 14 Sábado
11h – Oficina de Narrativas Pessoais
14h – Caro Diário (filme)
16h – A Inglesa e o Duque (filme)
18h30 – Cinzas / O Filmador (filmes)

Dia 15 Domingo
14h – Memórias do Cárcere (filme)
17h30 – Walden: diários, notas, esboços (filme)

Serviço
Mostra “Diários: do segredo à revelação”
Até 15 de janeiro de 2017
Caixa Cultural: Almirante Barroso, 25, Centro.
Horário: terça a domingo, das 10h às 21h.
Entrada, filmes e palestras dessa mostra: Gratuita !
Mais informações: www.solardasmetamorfoses.com.br/diarios
www.facebook.com/CaixaCulturalRiodeJaneiro

Aline Miranda
fb/alinemirandapoeta
poeta, escritora, oficineira
e mestre em Literatura, Cultura e Contemporaneidade
p
ela PUC-Rio com estudo em escrita de si na internet.

 

Filmes tailandeses premiados em cartaz no Centro

Conhece o cinema tailandês? Pois é, também não. Mas tenho aqui uma boa oportunidade para aprendermos mais sobre a cultura tailandesa a partir dos seus filmes. A mostra Cinema Tailandês, em cartaz na Caixa Cultural, apresenta neste final de semana (15, 16 e 17/7) filmes premiados em importantes festivais internacionais.

Na programação,“As Damas de Ferro”, baseado em fatos reais e menção especial no Festival de Berlim; “Seda Negra”, indicado ao Urso de Ouro no Festival de Berlim; “Ponto de Fuga”, vencedor do Tigre de Ouro do Festival de Rotterdam e “História Mundana”, também vencedor do Tigre de Ouro do Festival de Rotterdam.

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A mostra segue até dia 24/7, com filmes de terça a domingo. Os ingressos custam R$4 (inteira) e R$2 (meia).

Confira a programação completa:

15/7(sexta−feira)
17h – Perigo em Bangkok (2000), de Danny Pang e Oxide Pang, Tailândia, Digital, 105 min, 16 anos.
19h – As Damas de Ferro (2000), de Yongyoot Thongkongtoon, Tailândia, Digital, 104 min, Livre.

16/7 (sábado)
16h15 – Seda Negra (1961), de Ratana Pestonji e Ratanavadi Ratanabhand, Tailândia, Digital, 129 min, 12 anos.
18h45h – Ponto de Fuga (2015), de Jakrawal Nilthamrong, Tailândia/Holanda, Digital,100 min, 14 anos.

17/7 (domingo)
17h10 – História Mundana (2009), de Anocha Suwichakornpong, Tailândia, Digital, 82 min, 10 anos.
19h – Perigo em Bangkok (2000), de Danny Pang e Oxide Pang, Tailândia, Digital, 105 min, 16 anos.

19/7 (terça−feira)
17h – As Damas de Ferro (2000), de Yongyoot Thongkongtoon, Tailândia, Digital,104 min, Livre.
19h – Síndromes e Um Século (2006), de Apichatpong Weerasethakul, Tailânda / França / Áustria, Digital, 105 min, 10 anos.

20/7 (quarta−feira)
17h – Ponto de Fuga (2015), de Jakrawal Nilthamrong, Tailândia/Holanda, Digital, 100 min, 14 anos.
19h – História Mundana (2009), de Anocha Suwichakornpong, Tailândia, Digital, 82 min, 10 anos.

21/7(quinta−feira)
17h – Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas (2010), de Apichatpong Weerasethakul, Tailândia / Reino Unido / França / Alemanha / Espanha / Holanda, Digital, 114 min, 10 anos.
19h30 − Tongpan (1977), de Euthana Mukdasanit e Surachai Jamtimatorn, Tailândia, Digital, 63 min, 10 anos.

22/7 (sexta−feira)
16h00 – Transistor Monrak (2002), de Pen-Ek Ratanaruang, Tailândia, Digital, 129 min, 14 anos.
18h30 – Para Sempre Seu (1955), de Ratana Pestonjii, Tailândia, Digital, 112 min, 10 anos.

23/7(sábado)
14h50 – Síndromes e Um Século (2006), de Apichatpong Weerasethakul, Tailânda / França / Áustria, Digital, 105 min, 10 anos.
17h – Tio Boonmee, Que Pode Recordar Suas Vidas Passadas (2010), de Apichatpong Weerasethakul, Tailândia / Reino Unido / França / Alemanha / Espanha / Holanda, Digital, 114 min, 10 anos.
19h30 – Debate O Cinema Tailandês na Contemporaneidade.
Com Ruy Gardner e Victor Dias. Mediando o  debate Fabiano de Freitas.

24/7(domingo)
16h – O Cidadão (1977), de Chatrichalerm Yukol, Tailândia, Digital, 124 min, 10 anos.
18h20 – Freelance: Ataque do Coração (2015), de Nawapol Thamrongrattanarit, Tailândia, Digital, 130 min, Livre.

A Caixa Cultural fica na Av. Almirante Barroso, 25 – Centro.

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Feriado na Caixa Cultural com filmes a R$2

Começou nesta terça-feira (19/4), na Caixa Cultural, a mostra Corpo e Cinema, reunindo 20 filmes que desafiam padrões de comportamento, beleza, sexualidade e relações de gênero. Quem ficar pelo Rio terá uma ótima opção de lazer com filmes a R$ 2 (meia) e R$ 4 (inteira).

Na quinta-feira (21/4) os destaques são “Paris is burning”, documentário sobre a cena nova-iorquina dos bailes de drag queens negras e latino-americanas dos anos 1990, o documentário “Línguas Desatadas”, vencedor do Prêmio Teddy de melhor filme de temática gay no Festival de Berlim, e a sessão dupla “Um Canto de Amor” + “Nova Dubai”, que será comentada pela professora e pesquisadora da UFRJ, Ieda Tucherman.

Na sexta (22/4), dois momentos bem distintos. Primeiro, uma sessão dupla de filmes brasileiros antológicos exibidas em 35mm: “Vereda tropical”, de Joaquim Pedro de Andrade e “Como era gostoso o meu francês”, de Nelson Pereira dos Santos. Em seguida, com “Calafrios”, o primeiro filme do diretor David Cronenberg o início que flerta com o monstruoso e o erótico. O longa será precedido pelo curta brasileiro “Um Ramo” (2007), vencedor do Prêmio Descoberta na Semana da Crítica do Festival de Cannes.

No sábado (23/4), chama a atenção a exibição de “Madame X” , o mais extravagante dos filmes da artista e ativista alemã Ulrike Ottinger e um marco do cinema queer, e a sessão com curtas de Barbara Hammer, Clarice Hahn e Agnès Varda, que será comentada  pela pesquisadora da UFF Érica Sarmet.

O domingo (24/4) é dedicado a vampiros e zumbis. O clássico “Dia dos Mortos”, o terceiro da trilogia de George Romero sobre zumbis, e o incrível “Fome de Viver”, que traz David Bowie contracenando com a vampira Catherine Deneuve, são os pontos altos do dia.

A mostra Corpo e Cinema segue até o dia 01/5, com ingressos a  R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia). \o/

A Caixa Cultural fica na Av Almirante Barroso, 25 – Centro.

 

Feriado com musical infantil gratuito no Centro

De sexta a domingo (18 a 20/11), a Caixa Cultural do Rio apresenta o musical infantil “O Menino Teresa”, do grupo paulista Banda Mirim. Com texto e direção de Marcelo Romagnoli, a peça conta as peripécias de uma menina que vira menino por um dia.

As apresentações ocorrem às 17h, sempre com entrada franca.

A peça apresenta uma saudável discussão de gênero, com texto e músicas voltados para o público infantil. O espetáculo já percorreu outras capitais brasileiras, foi adaptado para televisão, virou série no suplemento Folhinha, da Folha. Agora, a obra ganha sua versão em livro, com o lançamento de Os Mundos de Teresa, de Marcelo Romagnoli, da Editora Companhia das Letrinhas.

A Caixa Cultural fica na Avenida Almirante Barroso, 25, Centro (altura da Carioca).

 

Caixa Cultural: atividades gratuitas em novembro

A Caixa Cultural do Rio é um patrimônio cultural da nossa cidade. Por lá já passaram muitas mostras de cinema (nota da editora: já vi até festival de cinema russo por lá!) , as mais diferentes exposições, teatro e música.

O melhor de tudo é que a programação é gratuita ou bem baratinha, do jeito que a gente gosta (e precisa!). O espaço também conta com diferentes cursos e oficinas, gratuitos e abertos para quem quiser participar!

Confira abaixo a programação deste mês:

  • Dia 14 e 28
    Em busca da obra de arte
    15h30 às 17h30
  • Dias 24, 25 e 26
    Poesia Visual
    15h às 17h
  • Dia 24 às 20h
    Bate-papo
    Mitologia e memória africanas
  • Dia 26 às 20h
    Vivências – A representação do negro no cinema
  • Dia 27
    Construção de instrumentos percurssivos
    13h30 às 15h30
  • Dia 27 às 13h
    Música no Foyer

– não é necessário fazer inscrição prévia, basta chegar no local com 30 minutos de antecedência.

– Mais informações pelo email agendamento@gentearteirarj.com.br ou no tel (21) 3980-4898.

A Caixa Cultural fica na Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (altura da Carioca)

Festival de cinema russo no Centro

Quem gosta de cinema alternativo, não pode perder os últimos dias do festival de filmes russos que acontece na Caixa Cultural, no Centro.

Estão sendo apresentados filmes representativos do período da “Perestroika” e da produção dos últimos 20 anos do país. Além da programação de filmes, a mostra contará com a participação de cineastas e críticos especialmente convidados para palestras e atividades durante o evento.

A mostra acaba amanhã, então aproveite!

O precinho dos ingressos é super camarada: R$2 (inteira) e R$1 (meia)

Confira a programação:

12/2 (quinta-feira)
[Cinema 1]
17h – “O assassino do Czar” (1991), Karen Shakhnazarov, 104 min, Rússia, livre.
19h – “Farol” (2006), Maria Saakyan, 98 min, Rússia/Armênia/Holanda, livre.

[Cinema 2]
16h – “A pomba branca”, Serguei Soloviev, 95 min, livre.

13/2 (sexta-feira)
[Cinema 1]
15h30 – “O sol enganador” (1994), Nikita Mikhalkov, 151 min, Rússia/França, 14 anos.
18h30 – “Garota internacional” (1989), Piotr Todorovsky, 151 min, Suécia/URSS, 16 anos.

[Cinema 2]
16h – “A casa sobre o céu estrelado” (1991), Serguei Soloviev, 121 min, URSS, 14 anos.

Mostra de cinema paraguaio no Centro

Pela primeira vez no Brasil, uma retrospectiva da produção cinematográfica paraguaia nos últimos anos!

A mostra Made in Paraguai rola até o dia 21/9 (domingo), e apresenta 21 produções, entre longas e curta metragens, além de debates com diretores e críticos especializados.

Os ingressos são baratex: R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia). \o/

Made in Paraguai acontece na Caixa Cultural – Av. Almirante Ari Barroso, 25, Centro.

Confira a programação completa www.madeinparaguai.com.br

Copyfight – Cultura livre me debate no Centro

Começa na próxima terça-feira, 29/7,  o Copyfight, ciclo de palestras e oficinas para discutir e apresentar as novas perspectivas sobre cultura livre no Brasil.

Os encontros têm entrada franca \o/ e acontecem na Caixa Cultural, no Centro. Entre os convidados, os compositores Marcelo Yuka e Leoni, o co-fundador da rede de Centro de Mídia Independente (Indymedia) no Brasil, Pablo Ortellado, e Felipe Fonseca, co-fundador da rede MetaReciclagem.

Além das palestras, vão rolar oficinas diárias. As inscrições antecipadas estão encerradas, mas quem tiver interesse pode se inscrever em copyfight.me/inscricoes , porque há uma lista de espera.

Confira a programação:

co.autoria – 29 jul : 18h30
Qual a relação de artistas e produtores culturais com o conceito de “propriedade intelectual” hoje, em um contexto crescente de livre distribuição de conteúdos? Qual a diferença entre iniciativas de reforma dos mecanismos de propriedade intelectual e as propostas ligadas ao movimento copyleft? Um debate aberto sobre autoria, licenciamento e produção cultural em tempos de uploads e downloads.
– Com Leoni, Marcelo Yuka, Miguel Said (USP) e Thiago Novaes (UNB)

redes.br – 30 jul : 18h30
Quase duas décadas depois de sair das academias para chegar à sociedade civil, as tecnologias digitais e a comunicação em rede são hoje não apenas uma ferramenta de divulgação, mas sobretudo de articulação e produção conjunta para diversas redes. A cultura digital foi devorada, degultida e hoje é expressa em uma infinidade de práticas no Brasil. Rumo à descolonização tecnológica e cultural, eis a nossa digitofagia das mídias.
– Com Dudu de Morro Agudo (Enraizados), Felipe Fonseca (MetaReciclagem), Jaborandy Yandê (Indios Onlne) e Pablo Meijeuro (Norte Comum)

mega.eventos – 31 jul : 18h30
Como se dá a relação entre propriedade intelectual, produção cultural e o uso do espaço público no contexto de preparação para os grandes eventos esportivos? Como lidar com as transformações em curso e como estas mudanças impactam a produção cultural e os ambientes comuns das grandes cidades? Uma reflexão coletiva sobre transformações urbanas e aproximações entre arte, mídia e política.
– Com Alexandre Mendes (PUC-RJ), João Roberto Lopes (Proprietários do Brasil), Pablo Ortellado (USP)

bio.tecnologias – 1 ago : 18h30
Qual o papel da tecnologia na relação entre cultura e a natureza? De um lado, a “alta tecnologia” de manipulação e patenteamento genético de organismos vivos. De outro, temos a “baixa tecnologia” da sabedoria tradicional sobre o meio ambiente e da lógica DIY: “Do-It-Yourself¨. Faça-você-mesmo. Da ciência das erveiras e dos xamãs à construção de ambientes sustentáveis em espaços urbanos e rurais. Quais os desafios para a construção de biotecnologias baseadas na autonomia e em conhecimentos comuns?
– Com Aderbal Ashogun (Rede AfroAmbiental), Giuseppe Cocco (UFRJ), Cinthia Mendonça (Nuvem) e Sarita Albagli (IBICT)

A Caixa Cultural fica na Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (próximo ao metrô Carioca)