Mundial de Paraciclismo de Pista revive as emoções das Olimpíadas no Rio

Quem acompanhou e vibrou com as Olimpíadas e Paralimpíadas em 2016, terá mais uma oportunidade de reviver as emoções dos Jogos no Mundial de Paraciclismo de Pista. O evento será realizado de 22 a 25/3 no Velódromo do Parque Olímpico da Barra.

Mais de 170 atletas (quase 240 contando com os pilotos da categoria tandem que não tem deficiência) de 30 países irão disputar as 114 medalhas da competição. O Mundial é dividido em seis categorias, sendo uma para baixa visão e cegos (Tandem) e outras cinco para diferentes graus de deficiência físico-motoras e amputados (C1 a C5), no masculino e no feminino. Além disso, há uma prova em que paratletas de diferentes classes formam uma equipe.

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Fotos: Marcio Rodrigues.MPIX.CPB e divulgação UCI

A delegação brasileira está entre as maiores da edição, ocupando a oitava colocação em tamanho. As maiores são da Grã-Bretanha (22 competidores), Estados Unidos (18), Austrália (16), Rússia (14), Irlanda (13), China (12) e Espanha (12) com Malásia (10) e Argentina, Holanda e Nova Zelândia, todas com 9, fechando o top 10.

O Mundial de Paraciclismo de Pista Rio 2018, o único da modalidade a ser disputado no Brasil, ganha ainda mais importância por ser a primeira grande competição a contar pontos para o ranking que selecionará os participantes dos Jogos Paralímpicos Tóquio 2020. O Paraciclismo é o terceiro esporte que mais distribui medalhas em Jogos Paralímpicos, atrás apenas do Atletismo e da Natação.

Os portões do Velódromo do Parque Olímpico da Barra serão abertos às 9h e a entrada é totalmente gratuita.

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Mundial de Paraciclismo de Pista
Onde: Velódromo do Parque Olímpico da Barra (entrada principal pela Av. Embaixador Abelardo Bueno )
Quando: De 22 a 25/3 – Sessões às 10h e às 15h (portões abertos a partir das 9h)
Quanto: Entrada gratuita

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#8M Jardim Botânico do Rio tem entrada gratuitas para mulheres

O querido Jardim Botânico do Rio de Janeiro também quer homenagear todas as mulheres no Dia Internacional da Mulher. Por isso, nesta quinta-feira (8/3), elas terão entrada gratuita no local!

O JBRJ foi fundado em 13 de junho de 1808, a partir de um pedido de Dom João VI, para servir como uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.

Hoje o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro – nome que recebeu em 1995, é um órgão federal vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e constitui-se como um dos mais importantes centros de pesquisa mundiais nas áreas de botânica e conservação da biodiversidade.

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Foto: Deixa de Frescura

Além de um belo passeio e um respiro verde no meio da cidade, este cartão-postal abriga centenas de espécies botânicas e também uma fauna diversa. Vale muito a pena caminhar por seu arboreto e ver de perto tanta história.

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Jardim Botânico do Rio – JBRJ
Horário de visitação: segundas-feiras das 12h às 19h e terça a domingo: das 8h às 19h
Quanto: R$15 (para opções de meia entrada, confira aqui o regulamento)
Endereço: Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico.

 

#8M Festival em Petrópolis celebra a luta feminista com música, fotografia e cinema

Como lugar de mulher é onde ela quiser, neste fim-de-semana (9, 10 e 11/3) a cidade de Petrópolis recebe o Festival Las Mariposas, o primeiro festival protagonizado por mulheres na cidade. Celebrando o Dia Internacional da Mulher, o evento quer chamar debater o tema da violência contra a mulher numa perspectiva de superação.

A programação é toda gratuita e acontece na Cervejaria Bohemia. Para a primeira edição do evento vai rolar exibição de filmes, mostra de fotografia e debates sobre temáticas feministas, como visibilidade lésbica e participação das mulheres na política e na mídia. E contará com a minha participação! Para além do Rio de Graça, sou pesquisadora e atuante na causa feminista, e estarei por lá debatendo essas questões.

A Banda Pagu vai apresentar um tributo a Rita Lee. Já a Dj Mayara Mello vai agitar a pista com o set “Rodando a Saia”. A exposição fotográfica “Elas” contará através das lentes da fotógrafa Ana Clara Silveira a história de superação de seis mulheres petropolitanas que passaram por situação de violência.

A programação de filmes foi selecionada pelo coletivo feminista Manashota que vai trazer para o debate a representação da mulher na mídia e o apagamento de sua participação nas produções audiovisuais e também, discutirá formas de lutar cotidianamente contra o machismo com redes de apoio entre mulheres.

No sábado (10/3), acontece exibição de filme e a roda de conversa “Por que calar se eu nasci gritando?”, onde o preconceito será discutido com a participação de Carla Coelho (jornalista), Clátia Vieira (coordenadora do Fórum de Mulheres Negras do Estado do Rio de Janeiro) e Aline Miranda (@outrasbagatelas que também escreve por aqui!).

No domingo (11/03), a partir das 11h, vai rolar intervenção poética com o Slam Liberdade – Sarau de Poesia Arte é Resistência. E às 15h, filme seguido de debate sobre formas de resistência e rede de apoio para mulheres, com a exibição do filme “Mulheres Divinas”, seguido de debate com Daniela Brum (criadora do @feminiismo) e Bárbara Secco (sim! Eu mesma! Esta editora que vos escreve), falando sobre minhas pesquisas acadêmicas sobre o espaço das mulheres na mídia.

Durante o evento, será lançada a plataforma digital Las Mariposas, uma parceria com agência Uaal, que proporcionará o encontro entre mulheres produtoras de cultura e arte para o desenvolvimento de seus trabalhos.

O Festival Las Mariposas, da produtora AzCarolinas e com participação do coletivo Manashota.

Para quem curtiu o evento mas mora no Rio, que tal um bate-e-volta para a Serra? Petrópolis fica a 64 km do Rio, e a passagem de ônibus custa, em média R$27. 😉

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Festival Las Mariposas
Onde: Cervejaria Bohemia – Rua Alfredo Pachá, 166, Petrópolis
Quando: 9, 10 e 11/3
Quanto: toda a programação é gratuita

#8M Livros com desconto para todas as mulheres

Uma boa maneira de homenagear as mulheres saindo do tradicional (e desnecessário) bombom e flores no Dia Internacional da Mulher, é dar acesso à cultura e educação para todas. E neste ano, livrarias e editoras estão fazendo boas promoções de livros!

Na Saraiva, no dia 8/3, títulos de 18 categorias, incluindo alguns dos livros mais vendidos, e itens de papelaria estarão com 50% de desconto. O desconto é para compras no site – é preciso se cadastrar até o dia anterior para ganhar o cupom de desconto – e nas lojas. E vale para todo mundo que se considerar mulher, em toda a sua diversidade. Veja mais sobre a promoção aqui .

Já a editora Boitempo está dando até 70% de desconto em TODOS os livros escrito por mulheres. Tem Angela Davis, bell hooks, Judith Butler, Laerte Coutinho e muito mais. A promoção vai até o dia 11/3 e considera também para publicações de temáticas femininas. E o desconto vale para todo mundo, mulheres e homens! Confira todos os livros da promoção aqui .

Foto: Nó de Oito.

#8M : Mulheres viajantes realizam primeiro encontro nacional no Rio

Durante o mês de março, a cidade (e a gente) comemora a luta das mulheres pelo mundo, culminando no dia 8/3 o Dia Internacional da Mulher. E, para comemorar a data, vão rolar vários eventos pela cidade e também em cidades próximas, como o Festival Las Mariposas, em Petrópolis.

Já aqui no Rio, no sábado (10/3) acontece o I Encontro Nacional de Mulheres Viajantes. Na programação, mesas-redondas, workshops e outras atividades para abordarem o crescimento do público feminino que preferem viajar sozinhas. O evento será realizado das 15 às 18h, no Bossa Nova Mall, em parceria com o grupo Na Estrada com as Minas.

O encontro é uma oportunidade para mulheres trocarem experiências e dicas de viagem. Dentre os temas que serão abordados, estão “Os desafios de ser uma mulher viajante” e “Viagens que conectam”. Das viajantes convidadas, está Thaís Kuga, do aplicativo 3Marias, que auxilia mulheres a encontrarem companhia para se sentirem mais seguras, e a blogueira Amanda Antunes, do blog Prefiro Viajar.

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I Encontro Nacional de Mulheres Viajantes
Quando: 10/3 (sábado), 15h às 18h
Onde: Bossa Nova Mall – R Almirante Silvio de Noronha, 365 (ao lado do aeroporto Santos Dumont)

Teatro e instalação trazem o Sertão de Guimarães Rosa para a rotunda do CCBB

Uma experiência do romance. A expressão, utilizada pela diretora e idealizadora do projeto, condiz com a sensação que temos ao experimentar esta leitura cênica do clássico brasileiro de 1956. Todas as falas do espetáculo são do autor do livro. Além disso, o público recebe fones de ouvidos, o que amplia a percepção sonora do ambiente, cujo cenário já encanta o olhar.

Ao centro, encimado pela cúpula do prédio do Centro Cultural Banco do Brasil, está a instalação física que faz-se de espaço cênico e observatório, contornando o espaço de atuação e permitindo a miragem dxs espectadorxs. Para realizar um espetáculo dessas dimensões “carece de ter coragem. Carece de ter muita coragem”. A frase corajosa do Rosa, dita em cena, adjetiva bem esta equipe grande de atrizes, atores, diretora, técnicxs, colaboradorxs, produtorxs e uma dezena de pessoas responsáveis pela execução e apoio dessa empreitada artística.

Nos tempos que vivemos, faz-se necessário e fundamental aplaudir artistas e instituições que seguem proporcionando que a arte permaneça em nossa cidade, em nosso país. No caderno do programa da peça – um jornal-diário de ensaio –, a equipe escreveu: “Não se faz o Grande Sertão pela metade. Ou estamos ou não estamos.”

Ao adentarmos, durante 2h30, o Sertão de Bia Lessa (de todxs), somos convidadxs a sentir o sertão, a sê-lo, pois “o sertão é dentro da gente”. Sairemos de lá com perplexidade, emoção aflorada e mergulho profundo dentro e fora de nós. Através de um livro como esse, podemos conhecer e entender mais nosso frágil-forte país. “Viver é negócio muito perigoso”. E “o teatro é apenas o meio que utilizamos para estudar a vida”, diz a equipe, no caderno.

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Fotos: Divulgação. (Não pode filmar ou fotografar o espetáculo sem autorização)

Não é a primeira vez que Bia traz para o palco uma obra litarária. Sua estreia no teatro foi com uma adaptação de Graciliano Ramos, em 1983, e seguiu-se com outras, como de Virginia Woolf e do próprio Sertão de Guimarães – para a inauguração do Museu da Língua Portuguesa, que encontra-se atualmente em obras –, em São Paulo. A atual montagem passou pela estreia na capital paulista com casa lotada durante toda a temporada, ganhado o prêmio APCA como melhor direção, além de indicações ao Prêmio Shell de Teatro.

O grande elenco, afinado, faz-se de animal e paisagem. Bando que voa, manada furiosa, farfalhar, batalha, travessia, velório e procissão humana. A pessoa em cena como bicho-gente. E as respirações em nossos ouvidos, aproximando-nos daquele habitat ora acolhedor, ora hostil. Com os fones, parece que estamos em um cinema “multi”-D, feito um filme que estimula todos os sentidos. O figurino é também texto, transmuta sua função e é parte essencial do espetáculo. Cenário e bonecos estão abertos à visitação do
público.

Morte e vida, amor, descoberta e dor. O jagunço Riobaldo (Caio Blat em excelente presença) atravessa o sertão diante de nossos olhos, faz a paz, faz a guerra, faz amor. E apaixona-se por Diadorim (Luíza Lemmertz), esta figura tão importante e um pouco velada em nossa história literária. Quem é Diadorim? O que temos de Riobaldo e Diadorim dentro de nós? Sem trazer spoiler a quem desconhece x personagem, há mistério e paixão em seus olhos. “Diadorim é a minha neblina”, diz Riobaldo.

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Amigos de infância – em trechos de beleza lúdica recordados pelo narrador (Riobaldo/Caio) e revividos em cena por outrx atorxs/atriz (trazendo a talvez neutralidade dos gêneros) –, xs protagonistas se encontram na luta e conhecem o amor mais puro: “Só se pode viver perto de outro, e conhecer outra pessoa, sem o perigo de ódio, se a gente tem amor. Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura”. O torpor, as confusões internas vindas de uma sociedade preconceituosa, a aceitação e o desejo de entrega vividos durante toda a saga por Riobaldo levantam a questão tão pertinente e urgente até hoje. A de não poder ser quem se é por medo da
violência e intolerância do outro.

Dentre as muitas falas em cena (todas as marcadas em itálico neste texto são de Guimarães Rosa e presentes no espetáculo), algumas já conhecidas, outras saltam do livro e nos capturam em emoção, como quando Riobaldo nos diz que “homem com homem, de mãos dadas, só se a valentia deles for enorme. Aparecia que nós dois já estávamos cavalhando lado a lado, par a par, a vai-a- vida inteira. Que: coragem – é o que o coração bate; se não, bate falso”. Rio-baldo, um caminho d’água agreste, baldio? Dia-dor- im, e seu banhar sempre sozinho, sempre na escuridão segura da noite. De dia a dor?

É difícil não ser tomadx pela atmosfera da linguagem tão elaborada e tão íntima que se apresenta. É épica e é conversa. Grito e sussurro. Choro e eco. Um longo e fundamental espetáculo em cartaz na cidade do Rio de Janeiro. “Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa”. Mas, se bonequinhx de crítica eu fosse, marcaria a nova opção: De chorar e aplaudir de pé.

Ps: Agora, o visitante do CCBB poderá ampliar a experiência com realidade virtual, com uso de óculos para ver um vídeo com trechos da peça em 360°, colocando o espectador no meio da instalação onde o espetáculo é encenado. Essa atividade ocorre fora dos horários da peça, até 31 de março, das 12h às 18h, no foyer, de graça.

Por Aline Miranda

#FicaaDica: A procura de ingressos está grande. A venda principal é feita pelo site eventim.com.br ou pelo aplicativo “Eventim”. As vendas abrem a cada segunda-feira para ingressos desta semana. No dia das apresentações, há uma pequena cota de ingressos que são vendidos a partir das 9h, na bilheteria do CCBB.
Além disso, no dia de espetáculo há uma fila de espera. No dia que fomos, todas as pessoas da fila entraram; já em outros dias, não houve nenhuma desistência. É a opção mais incerta. Mas, visitar o CCBB é sempre válido, com suas exposições, a própria instalação da peça, e a Confeitaria Colombo (que oferece desconto para clientes do Banco do Brasil, falamos sobre isso no post aqui).

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O que: Espetáculo Grande Sertão: Veredas
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB: Rua Primeiro de Março, 66, Centro (Praça XV)
Quando: Quarta a domingo (até 31/03), às 21h (2h30 de duração)
Quanto: R$20 inteira / R$10 meia e clientes BB
Classificação indicativa: 18 anos
Mais infos: (21) 3808-2020, culturabancodobrasil.com.br/portal/grande-sertao- veredas/
instagram.com/grandesertaoveredas

Casa do Bem faz oficina de adereços para o carnaval

No carnaval, as ruas viram um palco para um desfile de fantasias super criativas. E a cada ano, a galera se supera! Tem personagem histórico, desenho animado, filme, políticos… inspiração não falta!

E se você também quer arrasar nas ruas, aproveita que a Casa do Bem (sim, do suquinho maravilha) vai oferecer uma aula gratuita de customização de adereços para o carnaval! Será na quinta-feira, 1/2, em Ipanema. As inscrições são limitadas e podem ser feitas pelo email casa@dobem.com.

Quem comanda o workshop é o mestre Victor Hugo Mattos, diretor de arte, cenógrafo e designer de acessórios, que vai ensinar como dar um upgrade na fantasia veterana para ninguém passar despercebido no bloco.

E para saber os melhores bloquinhos para mostrar sua produção feita no workshop, confira nossa lista dos blocos diferentões! 😉

Quem vamos? ❤

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Oficina de customização para o carnaval
Quando: 1/2, de 19h30 às 21h30
Onde: Casa do bem™ – Rua Nascimento Silva, 331 – Ipanema
Quanto: Participação gratuita, mediante inscrições por e-mail  casa@dobem.com
Mais informações: facebook/dobem e instagram.com/dobem

Lista dos Blocos Diferentões do Carnaval do Rio 2018

O carnaval de rua do Rio não é para amadores. São milhares de bloco saindo às ruas desde janeiro, e montar uma lista bacanuda é tarefa árdua e complexa.

Mas, seus problemas acabaram! Ao invés de divulgar mais uma lista imensa de blocos, selecionamos os mais singulares, aqueles que tem que tchan a mais, e montamos a Lista de Blocos Diferentões do Carnaval do Rio 2018.

Fomos consultando amigos e amigas foliãs, eventos de Facebook e a lista oficial da cidade. Mas essa é uma lista colaborativa. Sabe algum bloco fora da lista oficial mas que mereça estar aqui? Escreve pra gente.

 

AGENDA 2018:

26/1 – SEXTA-FEIRA

– 19h30 – Massa Crítica à fantasia (um passeio de bicicleta coletivo, agora fantasiados)
Praça da Cinelândia, em frente ao Odeon


28/1 – DOMINGO

– 13h – Tudo Nosso, Tamo Junto – Dedicado à cerveja artesanal (dentro do evento CarnaIpa)
Rua Ronald de Carvalho (em frente à MCDM), Copacabana

2/2 – SEXTA

–  19h – Massa Crítica do Grande Méier à Fantasia (bikes, skates e outros meios alternativos de transporte em versão foliã)
Rua SIlva Rabelo, 21 – Méier

3/2 – SÁBADO

– 14h – Pérola da Guanabara (a folia já começa nas barcas)
Praça São Roque – Ilha de Paquetá

4/2 – DOMINGO

– 9h – CicloFolia Carnaval (folia sobre duas rodas, com direito à bike alegórica)
Praça XV – Centro

– 10h – Fogo e Paixão (clássicos brega, incluindo as fantasias)
Largo de São Francisco – Centro

– 16h – Carimbloco (músicas de danças de carimbo)
Coreto Modernista do parque do Flamengo

– 17h – Pipoca e Guaraná (trilhas de desenhos e comerciais antigos)
Praça Xavier de Brito, Tijuca

 

9/2 – SEXTA-FEIRA

– 18h – Senta que eu empurro (bloco criado por cadeirantes, é folia com rodinhas)
Rua Arthur Bernardes, 26 – Catete

AQUI COMEÇA O CARNAVAL PARA VALER!

10/2 – SÁBADO

– 10h – Truque do Desejo (o melhor do pagode anos 90)
Quiosque 9 – Aterro do Flamengo

– 13h – Terreirada Cearense (no clima da zabumba nordestina)
Quinta da Boa Vista, São Cristóvão

– 16h – Cordão do Prata Preta (músicas tradicionais, mas num clima menos lotado)
Praça da Harmonia, Gamboa

 

11/2 – DOMINGO

– 7h – Cordão do Boi Tolo (o bloco percorre diversas ruas do Centro até chegar no Aterro, sem hora para acabar)
Nas proximidades da Candelária – Centro

– 10h – Toco-Xona (bloco lésbico mais bombado da cidade)
Aterro do Flamengo, ao lado do estacionamento do Porcão Rio

– 15h – Marcha Nerd (o nome já diz tudo…)
Praça Xavier de Brito – Tijuca

– 16h – Toca Raul – Rock
Praça Tiradentes – Centro

 

12/2  – SEGUNDA-FEIRA

– 10h – Sargento Pimenta (homenageando os Beatles)
Aterro do Flamengo (na direção do MAM)

– 10h – Que pena, amor (com o melhor do pagodim)
Praça Mário Lago (Buraco do Lume) – Centro

– 15h – Comuna que Pariu! (O bloco dos que não foram para Cuba)
Rua Alcindo Guanabara – Centro

– 15h – Bunytos de Corpo (dress code: roupas de ginástica anos 80)
Praça da Bandeira em direção ao Maracanã

13/2 – TERÇA-FEIRA

– 11h30 – Quero exibir meu longa (sobre cinema)
Praça Gabriel Soares – Tijuca

14/2 – QUARTA-FEIRA DE CINZAS

– 6h – Amigos da Onça (a graça aqui é sair de madrugada!!)
Pista interna da Praia do Flamengo

17/2 – SÁBADO PÓS CARNAVAL

– 15h – Mulheres de Chico (só músicas do Chico Buarque)
Costão da Praia do Leme

– 15h – Superbacana (em ritmo de Tropicália)
Praça Afonso Pena, Tijuca


Para conferir a lista completa de blocos divulgada pelo jornal O Globo, clique aqui. Para conferir o agendão super completo do site La Cumbuca, clique aqui.

Foto: Jornal O Globo.

Curso gratuito sobre curadoria de arte na Caixa Cultural

Estão abertas até o dia 10/2 as inscrições para o curso gratuitoCuradoria em cinco movimentos”, que acontece na Caixa Cultural do Rio, de 20 a 24/2.

O curso será ministrado pelos curadores Solange Ferraz de Lima, Rodrigo da Silva, Roberto Bertani, Cauê Alves e Claudinei Roberto da Silva, todos com larga experiência na área e que atuam em campos diversificados da curadoria: curadores de museus, independentes, de grandes exposições, temáticos ou focais, de centros culturais ou galerias.

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Solange Lima, diretora do Museu Paulista da USP, será uma das professoras do curso

“Curadoria em cinco movimentos” se propõe a conversar sobre questões sobre o ofício de um curador, seu compromisso com os objetos que trabalha e com o seu público, os desafios, as potências desse ramo e como está o mercado de trabalho.

Serão 80 vagas e não é preciso ter experiência na área para se inscrever. Para participar, os interessados devem preencher o formulário o site www.curadoriaemcinco.com.br.
A lista com os nomes dos selecionados será divulgada no site do evento e na página do Facebook: facebook.com.br/curadoriaemcinco. A produção entrará em contato com os aprovados.

Confira abaixo a lista completa de professores:

– Rodrigo da Silva: É doutor em História pela USP com especialização em patrimônio cultural e formado pelo curso de Gestão Cultural do Centro de Pesquisa e Formação do SESC SP.

– Roberto Bertani: Formado em publicidade pela Escola de Comunicações e Artes da USP e doutor na mesma instituição. É curador da Fundação Nemirovsky-Pinacoteca de São Paulo, professor de artes na FAAP São Paulo e colabora com diversas instituições no Brasil e no exterior.

– Cauê Alves: Mestre e doutor em Filosofia pela Universidade de São Paulo (FFLCH-USP); É professor da Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e desde 2006 é curador do Clube de Gravura do Museu de Arte Moderna de São Paulo.

– Solange Ferraz de Lima: Doutora e livre docente pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciência Humanas da Universidade de São Paulo. É diretora do Museu Paulista da USP.

– Claudinei Roberto da Silva: Formado em Artes Plásticas pela ECA-USP. É ex-coordenador do Núcleo de Educação do Museu Afro Brasil, além de professor de desenho, pintura e História da Arte no SESC SP e na Pinacoteca de São Paulo.

Para mais informações, facebook.com.br/curadoriaemcinco.

Fotos: Rox Rezende e divulgação.

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Curso “Curadoria em cinco movimentos”
Quando: 20 a 24/2. Terça a sexta, das 19h00 às 21h, e sábado, das 10h às 12h00.
Onde: Caixa Cultural do Rio – Av. Alm. Barroso, 25 – Centro (metrô Carioca).
Quanto: Gratuito, inscrições até 10/2.

Instituto Cultural Brasil-Japão promove workshop de culinária gratuito

Cinthia Saito está de volta com dicas orientais, mas que estão rolando aqui, em terras cariocas, confira!

“Yasai sushi” – Ah, se a moda pega por aqui!

Você já ouviu falar em sushi de legumes? Pois eh, por aqui não é muito conhecido, mas, no Japão, o “yasai sushi” (literalmente, sushi de legumes) é um prato leve e muito popular, especialmente no verão.

Quem quiser tentar em casa, haverá um workshop no próximo dia 24/1, às 13h, no Instituto Cultural Brasil-Japão (ICBJ), Centro do Rio, com a professora Toshie Murakoshi.

A atividade faz parte de um evento que marca a abertura de atividades do ano (ou “hatsugeiko“, como chamam os japoneses). Será aberto a todos e gratuito.


O evento inclui também exposição de artes japonesas, como ikebana (arranjos florais), haiku (poemas curtos), origami (dobraduras de papel), oshi-ê (figuras em alto relevo), nihonga (pintura clássica) e shodo (caligrafia japonesa), todos produzidos por alunos do instituto.


Além de culinária e artes, o evento terá a presença da cantora japonesa Miho Hikichi, que fará um mini-concerto de ópera.

Confira a programação completa:

12h às 15h – Exposição de Caligrafia, Ikebana, Origami, Oshie, Haiku
12:20 – Mini-Concerto de Ópera/ Cantora japonesa Miho Hikichi
13:00 – Demonstração culinária japonesa(Sushi de vegetais) / Professora Murakoshi

Por Cinthia Saito
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Hatsugeiko do Instituto Cultural Brasil-Japão
Quando: 24/1, das 12h às 15h
Onde: Av. Franklin Roosevelt – 39, 15º andar, Centro, RJ (quase na esquina com a Avenida Presidente Antônio Carlos)
Quanto: Gratuito
Mais informações e inscrições: (21) 2240-2024 / (21) 2220-7877- icbjrj@gmail.com

Gigantes da Lira faz baile infantil no MAR

Encerrando a programação do “MAR que calor”, o Museu de Arte do Rio (MAR) promove no último sábado do mês (27/1), das 15 às 20h, um super baile infantil.

E, para comandar a festa, o Gigantes da Lira, um dos blocos infantis mais tradicionais da cidade! A apresentação contará com marchinhas e performances circenses com saltadores, malabaristas e bailarinas aéreas. Também estarão por presentes os palhaços já conhecidos dos pequenos foliões, mestres-salas e porta-bandeiras mirim e nas pernas de pau, além do boneco Bobo da Corte Gigante, que do alto de seus três metros de altura é o símbolo do bloco.

No intervalo da apresentação, os pequenos poderão conferir o show acrobático dos Aqualoucos Gigantes, com seus saltos, piruetas, pirâmides, torres, aviões e equilíbrio nas alturas.

Tudo gratuito. Oh, que beleza!

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MAR que Calor: Baile do Gigantes da Lira
Quando:
27/1, das 15h às 20h
Onde: Museu de Arte do Rio – Praça Mauá
Quanto: Grátis | Lotação de 1500 pessoas
Mais informações: (21) 3031-2741 ou www.museudeartedorio.org.br

O que você precisa saber hoje sobre o Museu do Amanhã

Férias, verão, dias de sol… aproveita essa combinação maravilhosa e bote a cara no sol, manas e manos! 😀

O Boulevard Olímpico da região portuária continua funcionando e tem ótimas atrações para todo mundo aproveitar. O trio Museu do Amanhã, AquaRio e MAR fazem do local uma excelente pedida para um passeio em família, uma turistagem bacana e até mesmo um passeio para quem está sem companhia.

Já falamos sobre o AquaRio aqui, então agora é hora de saber mais sobre o Museu do Amanhã. 

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Foto: G1

O Museu do Amanhã foi inaugurado em dezembro de 2015, trazendo para nossa cidade um conceito diferente de museu e interação com o público. O local é um ambiente de ciências diferente, que reúne ideias, explorações e perguntas sobre a época de grandes mudanças em que vivemos e os diferentes caminhos que se abrem para o futuro.

O museu ficou bastante conhecido na época de sua inauguração porque é uma iniciativa da Prefeitura do Rio, concebido e realizado em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, instituição ligada ao Grupo Globo. Então, além de investimento na sua criação, falou-se muito da abertura do local nos jornais e programas da emissora. Assim, logo após a inauguração, o museu recebeu milhares de visitas, se tornando um dos espaços culturais mais conhecidos e concorridos do país. 😉

Atualmente (janeiro de 2017), o local conta com duas exposições fixas e duas temporárias. Além delas, há exibições de filmes, rodas de conversa e shows. Confira o que está rolando atualmente clicando aqui.

O espaço também conta com um restaurante, um café e uma loja (aqui, clientes Santander têm 10% de desconto).

Funcionamento:

  • O Museu do Amanhã funciona de terça a domingo, das 10h às 18h (a bilheteria fecha às 17h).
  • Fica bem no burburinho da Praça Mauá, com aquela vista linda para a Baía de Guanabara.
  • O melhor (e mais legal) jeito de chegar é de VLT, e descer na estação “Parada dos Museus”.

Preços:

  • A entrada é paga (R$20 inteira).
  • Quem paga meia? Estudantes, menores de 21 anos, cariocas e moradores do Rio, pessoas com deficiência e quem comprar a entrada com cartão Santander.
  • Tem gratuidade? Sim. Para estudantes e professores da rede pública, menores de 5 e maiores de 60 anos, e acompanhantes de pessoas com deficiência.
  • E terça-feira a entrada é gratuita para todo mundo!

 

De posse de todas essas informações vai dá para planejar uma boa visita ao Museu do Amanhã, não é?

Aproveite!

Guerrilla Girls e o ativismo feminista nas artes em cartaz no Masp

  • Nota da editora: Como eu moro onde milhões de pessoas passam férias, costumo usar esse período para ir para outros destinos. E aqui compartilho com vocês o que vivi na minha última passagem em São Paulo, no réveillon. Sim! Fugi da praia! 😉 

Já tem um certo tempo que venho me incomodando com um excesso de nudez feminina como justificativa artística no cinema e na TV. Nas artes plásticas é a mesma coisa. E nessa, quase nos acostumamos a aceitar uma pintura antiga, por exemplo, sem pensar no contexto social inserido na ação de uma mulher ficar nua e ser retratada pelo olhar de um homem.

Neste contexto, foi com muita alegria e um respiro de “ufa, não estou sozinha nessa” que li uma matéria da Guerrilla Girls na – ótima e agradável – revista da Gol durante um voo. A matéria informava que elas fariam uma exposição no Masp! Uau! Falar sobre machismo na arte dentro do mais importante museu de arte da América Latina? Imperdível!

Feminismo é coragem, e a Guerrilla Girls tem tudo isso.

A Guerrilla é um grupo de ativistas feministas anônimas, que, desde 1985 vêm escancarando os preconceitos de gênero e raça nas artes, além de expor também a corrupção na política, na arte, no cinema e na cultura pop. Seus trabalhos têm como foco, principalmente, os Estados Unidos, mas abrangem temas e dados universais.

Tudo começou em 1984, quando uma exposição no Museum of Modern Art, em Nova York, recebeu obras de 153 artistas homens e apenas 13 artistas mulheres. A chocante discrepância revelava algo que nós – mulheres – sabemos bem: o protagonismo masculino é um viés machista inconsciente e limitador para o crescimento profissional das mulheres. Em resposta, um grupo passou a protestar com máscaras de gorila e humor sagaz para tratar do tema.

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Eis que fui ver de perto a retrospectiva completa desse trabalho ativista, com 116 trabalhos expostos – incluindo dois feitos especialmente para o Brasil – que está em cartaz no Masp até fevereiro. É imperdível!

A Guerrilla Girls passou a influenciar o mercado das artes ao levantar dados – no mínimo sinistros – sobre a presença feminina no setor. Um cartaz épico é o “As mulheres precisam estar nuas para entrar no Metropolitan Museum?” de 1989, em que mostra que apenas 6% deste acervo é composto por mulheres, enquanto o número de nus femininos é de 85%. Dados de 2012 mostram que pouco mudou em quase 30 anos (4% e 76%). Há uma versão brasileira para o cartaz, com dados do Masp.

E justamente por se colocar aberto para essas críticas, o Museu de Arte de São Paulo nos lembra a importância do questionamento e da visibilidade que precisamos para tratar do feminismo em todas as escalas da sociedade. As GG ainda vão além. Falam também de privilégio branco, eurocentrismo e heteronormatividade. Levantando as questões mas sem juntar tudo no mesmo saco. A exposição nos deixa inquietxs, sacudindo aquela pulga atrás da orelha que, às vezes, nem sabíamos que estava ali. E este é mais um papel da arte: provocar.

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A exposição Guerrilla Girls – Gráfica 1985-2017 está em cartas no Masp até 14 de fevereiro de 2018. A entrada custa 30 reais (e às terças é grátis). Aproveita e confere outra exposição de balançar com as nossas estruturas que está rolando por lá: A história da sexualidade.

É por essas e outras que eu amo São Paulo!

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Guerrilla Girls – Gráfica 1985-2017
Onde: Masp – São Paulo
Quando: até 14/2/2018, de terça a domingo
Quanto: R$30 (inteira) e às terças-feiras a entrada é gratuita

Ministério do Meio Ambiente lança cursos online gratuitos sobre educação ambiental

Olha que notícia boa! O Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou vários cursos em sua plataforma educação a Distância (EAD). Todos têm temática socioambiental e são gratuitos!

Dentre os temas tratados, estão crianças e o consumo sustentável; juventudes, participação e cuidado com a água; mudança do clima; resíduos sólidos; igualdade de gênero e desenvolvimento sustentável. Cada proposta tem um público-alvo, mas todos são abertos para quem desejar participar.

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Confira aqui a lista dos cursos.

Eu me inscrevi no “estilos de vida sustentáveis”, achei muito interessante. Quem fizer esse também me avisa, vamos trocar figurinhas!

As inscrições estão abertas até 20/12/2017 e podem ser feitas neste link aqui. São 2.000 vagas por curso.

Lembrando que só estou dando a dica, não tenho nenhuma relação com o MMA ou a proposta. Para mais informações, o site deles é mma.gov.br

O amor fora do armário no CCJF

Em cartaz até 28 de janeiro de 2018, a exposição de fotos Minha Família Fora do Armário traz para a galeria do Centro Cultural Justiça Federal o cotidiano de 10 famílias cariocas homotransparentais, ou seja, famílias formadas por pessoas lésbicas, gays, bissexuais e trans. 🌈

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Aline e as idealizadoras do evento

Diante de um cenário de muita intolerância e censura na sociedade brasileira, iniciativas como essa são fundamentais. É urgente e necessário o debate sobre as vidas e os direitos civis das pessoas LGBTQ’s. E, nada melhor para dissipar possíveis preconceitos – geralmente carregados de pré-conceitos -, do que conhecer, se aproximar, e perceber que essas famílias são como todas as outras na vivência de seus dias.

 

Renata Ferrer e Tata Barreto são as fotógrafas idealizadoras dessa mostra. Ambas compõem a Gataria Photography que, desde 2015, desenvolve um trabalho importante de visibilidade positiva para LGBTQ’s. Além das fotografias, o trabalho se desdobra em um curta documentário de 13 minutos, com jovens contando sobre o cotidiano de suas famílias.

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A mostra está na capa da programação do CCJF! ❤

Sensível, tocante e esclarecedor. Não perca!

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Minha Família Fora do Armário
Onde: Centro Cultural Justiça Federal – Avenida Rio Branco, 241 – Centro
Quando: 30/11/2017 à 28/01/2018 de 12:00 às 19:00, no Gabinete de Fotografia
Quanto: Entrada gratuita