Mundial de Paraciclismo de Pista revive as emoções das Olimpíadas no Rio

Quem acompanhou e vibrou com as Olimpíadas e Paralimpíadas em 2016, terá mais uma oportunidade de reviver as emoções dos Jogos no Mundial de Paraciclismo de Pista. O evento será realizado de 22 a 25/3 no Velódromo do Parque Olímpico da Barra.

Mais de 170 atletas (quase 240 contando com os pilotos da categoria tandem que não tem deficiência) de 30 países irão disputar as 114 medalhas da competição. O Mundial é dividido em seis categorias, sendo uma para baixa visão e cegos (Tandem) e outras cinco para diferentes graus de deficiência físico-motoras e amputados (C1 a C5), no masculino e no feminino. Além disso, há uma prova em que paratletas de diferentes classes formam uma equipe.

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Fotos: Marcio Rodrigues.MPIX.CPB e divulgação UCI

A delegação brasileira está entre as maiores da edição, ocupando a oitava colocação em tamanho. As maiores são da Grã-Bretanha (22 competidores), Estados Unidos (18), Austrália (16), Rússia (14), Irlanda (13), China (12) e Espanha (12) com Malásia (10) e Argentina, Holanda e Nova Zelândia, todas com 9, fechando o top 10.

O Mundial de Paraciclismo de Pista Rio 2018, o único da modalidade a ser disputado no Brasil, ganha ainda mais importância por ser a primeira grande competição a contar pontos para o ranking que selecionará os participantes dos Jogos Paralímpicos Tóquio 2020. O Paraciclismo é o terceiro esporte que mais distribui medalhas em Jogos Paralímpicos, atrás apenas do Atletismo e da Natação.

Os portões do Velódromo do Parque Olímpico da Barra serão abertos às 9h e a entrada é totalmente gratuita.

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Mundial de Paraciclismo de Pista
Onde: Velódromo do Parque Olímpico da Barra (entrada principal pela Av. Embaixador Abelardo Bueno )
Quando: De 22 a 25/3 – Sessões às 10h e às 15h (portões abertos a partir das 9h)
Quanto: Entrada gratuita

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#8M Jardim Botânico do Rio tem entrada gratuitas para mulheres

O querido Jardim Botânico do Rio de Janeiro também quer homenagear todas as mulheres no Dia Internacional da Mulher. Por isso, nesta quinta-feira (8/3), elas terão entrada gratuita no local!

O JBRJ foi fundado em 13 de junho de 1808, a partir de um pedido de Dom João VI, para servir como uma fábrica de pólvora e um jardim para aclimatação de espécies vegetais originárias de outras partes do mundo.

Hoje o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro – nome que recebeu em 1995, é um órgão federal vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e constitui-se como um dos mais importantes centros de pesquisa mundiais nas áreas de botânica e conservação da biodiversidade.

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Foto: Deixa de Frescura

Além de um belo passeio e um respiro verde no meio da cidade, este cartão-postal abriga centenas de espécies botânicas e também uma fauna diversa. Vale muito a pena caminhar por seu arboreto e ver de perto tanta história.

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Jardim Botânico do Rio – JBRJ
Horário de visitação: segundas-feiras das 12h às 19h e terça a domingo: das 8h às 19h
Quanto: R$15 (para opções de meia entrada, confira aqui o regulamento)
Endereço: Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico.

 

#8M Livros com desconto para todas as mulheres

Uma boa maneira de homenagear as mulheres saindo do tradicional (e desnecessário) bombom e flores no Dia Internacional da Mulher, é dar acesso à cultura e educação para todas. E neste ano, livrarias e editoras estão fazendo boas promoções de livros!

Na Saraiva, no dia 8/3, títulos de 18 categorias, incluindo alguns dos livros mais vendidos, e itens de papelaria estarão com 50% de desconto. O desconto é para compras no site – é preciso se cadastrar até o dia anterior para ganhar o cupom de desconto – e nas lojas. E vale para todo mundo que se considerar mulher, em toda a sua diversidade. Veja mais sobre a promoção aqui .

Já a editora Boitempo está dando até 70% de desconto em TODOS os livros escrito por mulheres. Tem Angela Davis, bell hooks, Judith Butler, Laerte Coutinho e muito mais. A promoção vai até o dia 11/3 e considera também para publicações de temáticas femininas. E o desconto vale para todo mundo, mulheres e homens! Confira todos os livros da promoção aqui .

Foto: Nó de Oito.

#8M : Mulheres viajantes realizam primeiro encontro nacional no Rio

Durante o mês de março, a cidade (e a gente) comemora a luta das mulheres pelo mundo, culminando no dia 8/3 o Dia Internacional da Mulher. E, para comemorar a data, vão rolar vários eventos pela cidade e também em cidades próximas, como o Festival Las Mariposas, em Petrópolis.

Já aqui no Rio, no sábado (10/3) acontece o I Encontro Nacional de Mulheres Viajantes. Na programação, mesas-redondas, workshops e outras atividades para abordarem o crescimento do público feminino que preferem viajar sozinhas. O evento será realizado das 15 às 18h, no Bossa Nova Mall, em parceria com o grupo Na Estrada com as Minas.

O encontro é uma oportunidade para mulheres trocarem experiências e dicas de viagem. Dentre os temas que serão abordados, estão “Os desafios de ser uma mulher viajante” e “Viagens que conectam”. Das viajantes convidadas, está Thaís Kuga, do aplicativo 3Marias, que auxilia mulheres a encontrarem companhia para se sentirem mais seguras, e a blogueira Amanda Antunes, do blog Prefiro Viajar.

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I Encontro Nacional de Mulheres Viajantes
Quando: 10/3 (sábado), 15h às 18h
Onde: Bossa Nova Mall – R Almirante Silvio de Noronha, 365 (ao lado do aeroporto Santos Dumont)

Teatro e instalação trazem o Sertão de Guimarães Rosa para a rotunda do CCBB

Uma experiência do romance. A expressão, utilizada pela diretora e idealizadora do projeto, condiz com a sensação que temos ao experimentar esta leitura cênica do clássico brasileiro de 1956. Todas as falas do espetáculo são do autor do livro. Além disso, o público recebe fones de ouvidos, o que amplia a percepção sonora do ambiente, cujo cenário já encanta o olhar.

Ao centro, encimado pela cúpula do prédio do Centro Cultural Banco do Brasil, está a instalação física que faz-se de espaço cênico e observatório, contornando o espaço de atuação e permitindo a miragem dxs espectadorxs. Para realizar um espetáculo dessas dimensões “carece de ter coragem. Carece de ter muita coragem”. A frase corajosa do Rosa, dita em cena, adjetiva bem esta equipe grande de atrizes, atores, diretora, técnicxs, colaboradorxs, produtorxs e uma dezena de pessoas responsáveis pela execução e apoio dessa empreitada artística.

Nos tempos que vivemos, faz-se necessário e fundamental aplaudir artistas e instituições que seguem proporcionando que a arte permaneça em nossa cidade, em nosso país. No caderno do programa da peça – um jornal-diário de ensaio –, a equipe escreveu: “Não se faz o Grande Sertão pela metade. Ou estamos ou não estamos.”

Ao adentarmos, durante 2h30, o Sertão de Bia Lessa (de todxs), somos convidadxs a sentir o sertão, a sê-lo, pois “o sertão é dentro da gente”. Sairemos de lá com perplexidade, emoção aflorada e mergulho profundo dentro e fora de nós. Através de um livro como esse, podemos conhecer e entender mais nosso frágil-forte país. “Viver é negócio muito perigoso”. E “o teatro é apenas o meio que utilizamos para estudar a vida”, diz a equipe, no caderno.

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Fotos: Divulgação. (Não pode filmar ou fotografar o espetáculo sem autorização)

Não é a primeira vez que Bia traz para o palco uma obra litarária. Sua estreia no teatro foi com uma adaptação de Graciliano Ramos, em 1983, e seguiu-se com outras, como de Virginia Woolf e do próprio Sertão de Guimarães – para a inauguração do Museu da Língua Portuguesa, que encontra-se atualmente em obras –, em São Paulo. A atual montagem passou pela estreia na capital paulista com casa lotada durante toda a temporada, ganhado o prêmio APCA como melhor direção, além de indicações ao Prêmio Shell de Teatro.

O grande elenco, afinado, faz-se de animal e paisagem. Bando que voa, manada furiosa, farfalhar, batalha, travessia, velório e procissão humana. A pessoa em cena como bicho-gente. E as respirações em nossos ouvidos, aproximando-nos daquele habitat ora acolhedor, ora hostil. Com os fones, parece que estamos em um cinema “multi”-D, feito um filme que estimula todos os sentidos. O figurino é também texto, transmuta sua função e é parte essencial do espetáculo. Cenário e bonecos estão abertos à visitação do
público.

Morte e vida, amor, descoberta e dor. O jagunço Riobaldo (Caio Blat em excelente presença) atravessa o sertão diante de nossos olhos, faz a paz, faz a guerra, faz amor. E apaixona-se por Diadorim (Luíza Lemmertz), esta figura tão importante e um pouco velada em nossa história literária. Quem é Diadorim? O que temos de Riobaldo e Diadorim dentro de nós? Sem trazer spoiler a quem desconhece x personagem, há mistério e paixão em seus olhos. “Diadorim é a minha neblina”, diz Riobaldo.

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Amigos de infância – em trechos de beleza lúdica recordados pelo narrador (Riobaldo/Caio) e revividos em cena por outrx atorxs/atriz (trazendo a talvez neutralidade dos gêneros) –, xs protagonistas se encontram na luta e conhecem o amor mais puro: “Só se pode viver perto de outro, e conhecer outra pessoa, sem o perigo de ódio, se a gente tem amor. Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura”. O torpor, as confusões internas vindas de uma sociedade preconceituosa, a aceitação e o desejo de entrega vividos durante toda a saga por Riobaldo levantam a questão tão pertinente e urgente até hoje. A de não poder ser quem se é por medo da
violência e intolerância do outro.

Dentre as muitas falas em cena (todas as marcadas em itálico neste texto são de Guimarães Rosa e presentes no espetáculo), algumas já conhecidas, outras saltam do livro e nos capturam em emoção, como quando Riobaldo nos diz que “homem com homem, de mãos dadas, só se a valentia deles for enorme. Aparecia que nós dois já estávamos cavalhando lado a lado, par a par, a vai-a- vida inteira. Que: coragem – é o que o coração bate; se não, bate falso”. Rio-baldo, um caminho d’água agreste, baldio? Dia-dor- im, e seu banhar sempre sozinho, sempre na escuridão segura da noite. De dia a dor?

É difícil não ser tomadx pela atmosfera da linguagem tão elaborada e tão íntima que se apresenta. É épica e é conversa. Grito e sussurro. Choro e eco. Um longo e fundamental espetáculo em cartaz na cidade do Rio de Janeiro. “Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa”. Mas, se bonequinhx de crítica eu fosse, marcaria a nova opção: De chorar e aplaudir de pé.

Ps: Agora, o visitante do CCBB poderá ampliar a experiência com realidade virtual, com uso de óculos para ver um vídeo com trechos da peça em 360°, colocando o espectador no meio da instalação onde o espetáculo é encenado. Essa atividade ocorre fora dos horários da peça, até 31 de março, das 12h às 18h, no foyer, de graça.

Por Aline Miranda

#FicaaDica: A procura de ingressos está grande. A venda principal é feita pelo site eventim.com.br ou pelo aplicativo “Eventim”. As vendas abrem a cada segunda-feira para ingressos desta semana. No dia das apresentações, há uma pequena cota de ingressos que são vendidos a partir das 9h, na bilheteria do CCBB.
Além disso, no dia de espetáculo há uma fila de espera. No dia que fomos, todas as pessoas da fila entraram; já em outros dias, não houve nenhuma desistência. É a opção mais incerta. Mas, visitar o CCBB é sempre válido, com suas exposições, a própria instalação da peça, e a Confeitaria Colombo (que oferece desconto para clientes do Banco do Brasil, falamos sobre isso no post aqui).

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O que: Espetáculo Grande Sertão: Veredas
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB: Rua Primeiro de Março, 66, Centro (Praça XV)
Quando: Quarta a domingo (até 31/03), às 21h (2h30 de duração)
Quanto: R$20 inteira / R$10 meia e clientes BB
Classificação indicativa: 18 anos
Mais infos: (21) 3808-2020, culturabancodobrasil.com.br/portal/grande-sertao- veredas/
instagram.com/grandesertaoveredas

Casa do Bem faz oficina de adereços para o carnaval

No carnaval, as ruas viram um palco para um desfile de fantasias super criativas. E a cada ano, a galera se supera! Tem personagem histórico, desenho animado, filme, políticos… inspiração não falta!

E se você também quer arrasar nas ruas, aproveita que a Casa do Bem (sim, do suquinho maravilha) vai oferecer uma aula gratuita de customização de adereços para o carnaval! Será na quinta-feira, 1/2, em Ipanema. As inscrições são limitadas e podem ser feitas pelo email casa@dobem.com.

Quem comanda o workshop é o mestre Victor Hugo Mattos, diretor de arte, cenógrafo e designer de acessórios, que vai ensinar como dar um upgrade na fantasia veterana para ninguém passar despercebido no bloco.

E para saber os melhores bloquinhos para mostrar sua produção feita no workshop, confira nossa lista dos blocos diferentões! 😉

Quem vamos? ❤

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Oficina de customização para o carnaval
Quando: 1/2, de 19h30 às 21h30
Onde: Casa do bem™ – Rua Nascimento Silva, 331 – Ipanema
Quanto: Participação gratuita, mediante inscrições por e-mail  casa@dobem.com
Mais informações: facebook/dobem e instagram.com/dobem

Lista dos Blocos Diferentões do Carnaval do Rio 2018

O carnaval de rua do Rio não é para amadores. São milhares de bloco saindo às ruas desde janeiro, e montar uma lista bacanuda é tarefa árdua e complexa.

Mas, seus problemas acabaram! Ao invés de divulgar mais uma lista imensa de blocos, selecionamos os mais singulares, aqueles que tem que tchan a mais, e montamos a Lista de Blocos Diferentões do Carnaval do Rio 2018.

Fomos consultando amigos e amigas foliãs, eventos de Facebook e a lista oficial da cidade. Mas essa é uma lista colaborativa. Sabe algum bloco fora da lista oficial mas que mereça estar aqui? Escreve pra gente.

 

AGENDA 2018:

26/1 – SEXTA-FEIRA

– 19h30 – Massa Crítica à fantasia (um passeio de bicicleta coletivo, agora fantasiados)
Praça da Cinelândia, em frente ao Odeon


28/1 – DOMINGO

– 13h – Tudo Nosso, Tamo Junto – Dedicado à cerveja artesanal (dentro do evento CarnaIpa)
Rua Ronald de Carvalho (em frente à MCDM), Copacabana

2/2 – SEXTA

–  19h – Massa Crítica do Grande Méier à Fantasia (bikes, skates e outros meios alternativos de transporte em versão foliã)
Rua SIlva Rabelo, 21 – Méier

3/2 – SÁBADO

– 14h – Pérola da Guanabara (a folia já começa nas barcas)
Praça São Roque – Ilha de Paquetá

4/2 – DOMINGO

– 9h – CicloFolia Carnaval (folia sobre duas rodas, com direito à bike alegórica)
Praça XV – Centro

– 10h – Fogo e Paixão (clássicos brega, incluindo as fantasias)
Largo de São Francisco – Centro

– 16h – Carimbloco (músicas de danças de carimbo)
Coreto Modernista do parque do Flamengo

– 17h – Pipoca e Guaraná (trilhas de desenhos e comerciais antigos)
Praça Xavier de Brito, Tijuca

 

9/2 – SEXTA-FEIRA

– 18h – Senta que eu empurro (bloco criado por cadeirantes, é folia com rodinhas)
Rua Arthur Bernardes, 26 – Catete

AQUI COMEÇA O CARNAVAL PARA VALER!

10/2 – SÁBADO

– 10h – Truque do Desejo (o melhor do pagode anos 90)
Quiosque 9 – Aterro do Flamengo

– 13h – Terreirada Cearense (no clima da zabumba nordestina)
Quinta da Boa Vista, São Cristóvão

– 16h – Cordão do Prata Preta (músicas tradicionais, mas num clima menos lotado)
Praça da Harmonia, Gamboa

 

11/2 – DOMINGO

– 7h – Cordão do Boi Tolo (o bloco percorre diversas ruas do Centro até chegar no Aterro, sem hora para acabar)
Nas proximidades da Candelária – Centro

– 10h – Toco-Xona (bloco lésbico mais bombado da cidade)
Aterro do Flamengo, ao lado do estacionamento do Porcão Rio

– 15h – Marcha Nerd (o nome já diz tudo…)
Praça Xavier de Brito – Tijuca

– 16h – Toca Raul – Rock
Praça Tiradentes – Centro

 

12/2  – SEGUNDA-FEIRA

– 10h – Sargento Pimenta (homenageando os Beatles)
Aterro do Flamengo (na direção do MAM)

– 10h – Que pena, amor (com o melhor do pagodim)
Praça Mário Lago (Buraco do Lume) – Centro

– 15h – Comuna que Pariu! (O bloco dos que não foram para Cuba)
Rua Alcindo Guanabara – Centro

– 15h – Bunytos de Corpo (dress code: roupas de ginástica anos 80)
Praça da Bandeira em direção ao Maracanã

13/2 – TERÇA-FEIRA

– 11h30 – Quero exibir meu longa (sobre cinema)
Praça Gabriel Soares – Tijuca

14/2 – QUARTA-FEIRA DE CINZAS

– 6h – Amigos da Onça (a graça aqui é sair de madrugada!!)
Pista interna da Praia do Flamengo

17/2 – SÁBADO PÓS CARNAVAL

– 15h – Mulheres de Chico (só músicas do Chico Buarque)
Costão da Praia do Leme

– 15h – Superbacana (em ritmo de Tropicália)
Praça Afonso Pena, Tijuca


Para conferir a lista completa de blocos divulgada pelo jornal O Globo, clique aqui. Para conferir o agendão super completo do site La Cumbuca, clique aqui.

Foto: Jornal O Globo.

Curso gratuito sobre curadoria de arte na Caixa Cultural

Estão abertas até o dia 10/2 as inscrições para o curso gratuitoCuradoria em cinco movimentos”, que acontece na Caixa Cultural do Rio, de 20 a 24/2.

O curso será ministrado pelos curadores Solange Ferraz de Lima, Rodrigo da Silva, Roberto Bertani, Cauê Alves e Claudinei Roberto da Silva, todos com larga experiência na área e que atuam em campos diversificados da curadoria: curadores de museus, independentes, de grandes exposições, temáticos ou focais, de centros culturais ou galerias.

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Solange Lima, diretora do Museu Paulista da USP, será uma das professoras do curso

“Curadoria em cinco movimentos” se propõe a conversar sobre questões sobre o ofício de um curador, seu compromisso com os objetos que trabalha e com o seu público, os desafios, as potências desse ramo e como está o mercado de trabalho.

Serão 80 vagas e não é preciso ter experiência na área para se inscrever. Para participar, os interessados devem preencher o formulário o site www.curadoriaemcinco.com.br.
A lista com os nomes dos selecionados será divulgada no site do evento e na página do Facebook: facebook.com.br/curadoriaemcinco. A produção entrará em contato com os aprovados.

Confira abaixo a lista completa de professores:

– Rodrigo da Silva: É doutor em História pela USP com especialização em patrimônio cultural e formado pelo curso de Gestão Cultural do Centro de Pesquisa e Formação do SESC SP.

– Roberto Bertani: Formado em publicidade pela Escola de Comunicações e Artes da USP e doutor na mesma instituição. É curador da Fundação Nemirovsky-Pinacoteca de São Paulo, professor de artes na FAAP São Paulo e colabora com diversas instituições no Brasil e no exterior.

– Cauê Alves: Mestre e doutor em Filosofia pela Universidade de São Paulo (FFLCH-USP); É professor da Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e desde 2006 é curador do Clube de Gravura do Museu de Arte Moderna de São Paulo.

– Solange Ferraz de Lima: Doutora e livre docente pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciência Humanas da Universidade de São Paulo. É diretora do Museu Paulista da USP.

– Claudinei Roberto da Silva: Formado em Artes Plásticas pela ECA-USP. É ex-coordenador do Núcleo de Educação do Museu Afro Brasil, além de professor de desenho, pintura e História da Arte no SESC SP e na Pinacoteca de São Paulo.

Para mais informações, facebook.com.br/curadoriaemcinco.

Fotos: Rox Rezende e divulgação.

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Curso “Curadoria em cinco movimentos”
Quando: 20 a 24/2. Terça a sexta, das 19h00 às 21h, e sábado, das 10h às 12h00.
Onde: Caixa Cultural do Rio – Av. Alm. Barroso, 25 – Centro (metrô Carioca).
Quanto: Gratuito, inscrições até 10/2.

Guerrilla Girls e o ativismo feminista nas artes em cartaz no Masp

  • Nota da editora: Como eu moro onde milhões de pessoas passam férias, costumo usar esse período para ir para outros destinos. E aqui compartilho com vocês o que vivi na minha última passagem em São Paulo, no réveillon. Sim! Fugi da praia! 😉 

Já tem um certo tempo que venho me incomodando com um excesso de nudez feminina como justificativa artística no cinema e na TV. Nas artes plásticas é a mesma coisa. E nessa, quase nos acostumamos a aceitar uma pintura antiga, por exemplo, sem pensar no contexto social inserido na ação de uma mulher ficar nua e ser retratada pelo olhar de um homem.

Neste contexto, foi com muita alegria e um respiro de “ufa, não estou sozinha nessa” que li uma matéria da Guerrilla Girls na – ótima e agradável – revista da Gol durante um voo. A matéria informava que elas fariam uma exposição no Masp! Uau! Falar sobre machismo na arte dentro do mais importante museu de arte da América Latina? Imperdível!

Feminismo é coragem, e a Guerrilla Girls tem tudo isso.

A Guerrilla é um grupo de ativistas feministas anônimas, que, desde 1985 vêm escancarando os preconceitos de gênero e raça nas artes, além de expor também a corrupção na política, na arte, no cinema e na cultura pop. Seus trabalhos têm como foco, principalmente, os Estados Unidos, mas abrangem temas e dados universais.

Tudo começou em 1984, quando uma exposição no Museum of Modern Art, em Nova York, recebeu obras de 153 artistas homens e apenas 13 artistas mulheres. A chocante discrepância revelava algo que nós – mulheres – sabemos bem: o protagonismo masculino é um viés machista inconsciente e limitador para o crescimento profissional das mulheres. Em resposta, um grupo passou a protestar com máscaras de gorila e humor sagaz para tratar do tema.

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Eis que fui ver de perto a retrospectiva completa desse trabalho ativista, com 116 trabalhos expostos – incluindo dois feitos especialmente para o Brasil – que está em cartaz no Masp até fevereiro. É imperdível!

A Guerrilla Girls passou a influenciar o mercado das artes ao levantar dados – no mínimo sinistros – sobre a presença feminina no setor. Um cartaz épico é o “As mulheres precisam estar nuas para entrar no Metropolitan Museum?” de 1989, em que mostra que apenas 6% deste acervo é composto por mulheres, enquanto o número de nus femininos é de 85%. Dados de 2012 mostram que pouco mudou em quase 30 anos (4% e 76%). Há uma versão brasileira para o cartaz, com dados do Masp.

E justamente por se colocar aberto para essas críticas, o Museu de Arte de São Paulo nos lembra a importância do questionamento e da visibilidade que precisamos para tratar do feminismo em todas as escalas da sociedade. As GG ainda vão além. Falam também de privilégio branco, eurocentrismo e heteronormatividade. Levantando as questões mas sem juntar tudo no mesmo saco. A exposição nos deixa inquietxs, sacudindo aquela pulga atrás da orelha que, às vezes, nem sabíamos que estava ali. E este é mais um papel da arte: provocar.

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A exposição Guerrilla Girls – Gráfica 1985-2017 está em cartas no Masp até 14 de fevereiro de 2018. A entrada custa 30 reais (e às terças é grátis). Aproveita e confere outra exposição de balançar com as nossas estruturas que está rolando por lá: A história da sexualidade.

É por essas e outras que eu amo São Paulo!

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Guerrilla Girls – Gráfica 1985-2017
Onde: Masp – São Paulo
Quando: até 14/2/2018, de terça a domingo
Quanto: R$30 (inteira) e às terças-feiras a entrada é gratuita

Praça em Botafogo recebe encontro de jazz e lindy hop

Neste domingo (29/10), a praça Nelson Mandela, em Botafogo, será palco de mais uma edição do Jazz na Rua, evento gratuito itinerante que pretende ocupar espaços públicos do Rio com muita música boa (Swing Jazz!).

Além do show, acontece também um aulão gratuito de Lindy Hop, para botarmos todo mundo para dançar. Não conhece essa dança? É uma Swing Dance americana surgida nos anos 1930 em Nova York. Dançada ao som de Swing Jazz, ela descende de outras danças, como o Charleston, o Breakaway e o Sapateado, e é conhecida por seus movimentos engraçados e divertidos.

O Jazz na Rua pretende ter uma edição por mês, então fique de olho na página deles no Facebook para saber as próximas datas.

Ah, a praça Nelson Mandela é aquela onde fica o metrô. 😉
E em caso de chuva o evento será adiado, tá?

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Jazz na Rua 
Quando: 29/10, das 16h30 às 19h30
Onde: Praça Nelson Mandela – Botafogo
Quanto: aberto e gratuito

 

Primavera Literária comemora 17 anos com edição especial na Casa França-Brasil

A Primavera Literária já ocupa seu lugar no calendário cultural da cidade. Todo ano, somos presenteados com literatura de qualidade, palestras, contação de histórias, teatro e música. E, comemorando 17 anos do evento, a edição de 2017 será, pela primeira vez, na histórica Casa França-Brasil.

A edição deste anos acontece entre os dias 26 a 29/10, com programação cultural e estandes de editoras das 10 às 20h.

A Primavera Literária o maior evento das editoras independentes do estado do Rio e promove a bibliodiversidade, que é a diversidade cultural aplicada ao mundo dos livros. Para esta edição, apresentará uma programação repleta de atrações, com um olhar atento para a realidade da cidade, imersa em uma das maiores crises de sua história: além da escalada da violência urbana, não é possível compreender o Rio sem recordar do seu antigo apelido, de “tambor do Brasil”.

Casa França-Brasil:  fachadas
A bela Casa França-Brasil. Foto: Pedro Agilson / Oca Lage

Promovido pela Liga Brasileira de Editoras (LIBRE), o evento terá destaques como a mesa “Martinho da Vila conversa sobre o Rio de Janeiro, crônicas e música”, com a presença do sambista, que vai falar  sobre sua veia literária, marcante não só nas composições como em seus livros lançados. Essa mesa vai acontecer na quinta-feira, 26/10, às 18h.

Outros destaques são as mesas “O Rio e o Rio que queremos”, uma reflexão sobre o momento atual da cidade (sábado, 28/10, às 11h); a ascensão do conservadorismo em “O conservadorismo e o retrocesso nos dias de hoje” (Domingo, 29/10, às 16h) e “A crise política e o poder no Brasil” (Sábado, 28/10, às 16h).

Também estão programadas mesas que debaterão temas estratégicos do mercado editorial, como “Edição e autopublicação” (sexta-feira, 27/10, às 16h). A mesa “Posto, logo existo: literatura em tempos de redes sociais” (domingo, 29/10, às 18h), analisará a interface entre as tecnologias analógicas e digitais, realidade em que cada vez mais são observadas correlações onde o digital assimila o analógico, e não apenas vice-versa.

A programação completa está disponível aqui.

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Primavera Literária
Onde: Casa França-Brasil – Rua Visconde de Itaboraí, 78 – Centro
Quando: 26 a 29/10, das 10h às 20h.
Quanto: Entrada e mesas gratuitas

Festival gastronômico na Tijuca tem menu promocional e campeão do Masterchef

Eu não sei vocês, mas na minha casa a gente é BEM fã de Masterchef, o reality de culinária da Band. Acompanho desde o primeiro, então conheço tudo e todos!

Para encerrar a sua Temporada Gourmet, o Shopping Tijuca vai receber o Leo Young, campeão da edição amadores de 2016. UAU! (só queria registrar que torci pra ele… rsrs). Ele será o convidado do domingo, e vai preparar ao vivo um Bouef Bourguignon com aspargos salteados e arroz de jasmim.

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Cuidado com essa faca, Leo! 

Os workshops com os chefs de restaurantes acontecem hoje, sábado e domingo, e são abertos ao público. As inscrições podem ser feitas pessoalmente no local uma hora antes de cada apresentação ou pelo aplicativo do shopping.

Além disso, alguns restaurantes do shopping, como o Galli, estão com um menu especial, com um preço promocional até o dia 31/10. 😉

Confira a programação completa:

– 20/10 – Workshop com Gurumê às 19h – Preparação de Ceviche;

– 21/10 – Workshop com o chef Igor do WILDHOG às 17h – Schnitzel de porco, com Mac’n’cheese e espinafre; e Workshop com Paulo Nicolay, do Degusto, às 19h – Vinho & Saúde: Os benefícios do vinho ao coração e à saúde;

– 22/10 – Aula-show às 19h, com Leo Young – Vencedor do Masterchef Amadores 2016 – Bouef Bourguignon com aspargos salteados e arroz de jasmim.

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Temporada Gourmet no Shopping Tijuca
Quando: até 22/10/2017
Onde: No piso L0 – Shopping Tijuca – Av. Maracanã, 987 – Tijuca
Quanto: Grátis

Lapa ganha versão carioca da Oktoberfest

De 18 até 28/10, a Lapa recebe pela primeira vez uma versão da Oktoberfest, a mundialmente conhecida festa alemã destinada aos apaixonados e apaixonadas por cerveja.

A primeira edição da Oktoberfest Rio conta com a participação de mais de 60 espaços da Lapa e do Centro, entre bares, restaurante e hotéis. Vai rolar também um circuito cervejeiro, que inclui a rota Stella, com casas que oferecem chopp Stella Artois (R$ 7); rota Brahma, com casas que oferecem chopp Brahma (R$ 5,50); circuito Colorado, com chopp colorado (R$ 8); e circuito artesanal, onde é possível degustar rótulos artesanais.

Já tem um palco montado na praça em frente aos Arcos, mas não foi divulgada a programação (eu acredito que serão os shows de dança tradicional alemã). Os bares da Lapa estão com pratos especiais da culinária alemã, em combos de prato + chopp.

Para os super fãs de cerveja, o festival conta com um kit de camisa + caneca e pulseira, que também dá desconto nas bebidas. Mas o preço é salgado, R$ 60. Pode ser adquirido aqui.

Mais informações no site oficial do evento e na página no Facebook.

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Oktoberfest Rio
Quando: 18 a 28/10
Onde: Bares da Lapa e Centro
Quanto: palco com atrações gratuitas e preços de cerveja e comida de acordo com cada bar.

A arte de Henri Matisse em exposição da Caixa Cultural

Chega ao Rio a exposição Henri Matisse – Jazz, com obras do pintor, desenhista e escultor francês Henri Matisse. Foram reunidas 20 pranchas impressas com a técnica au pochoir, feitas especialmente para o álbum Jazz, publicado em Paris, em 1947.

A mostra abre no dia 24/10 (terça-feira), às 19h, com visita guiada pela curadora Ana Paola Baptista, e segue em cartaz até 22/12, na Caixa Cultural, no Centro. E é gratuita!

As imagens variam da abstração a figuras de grande vivacidade, mescladas a um texto manuscrito impresso em fac-símile no qual Matisse (1869-1954) tece observações sobre assuntos diversos.

Henri Matisse - Jazz_O pesadelo do elefante branco (800)
Imagem de divulgação Caixa Cultural

Os trabalhos foram desenvolvidos por Matisse no início da década de 1940, quando, obrigado a passar longos períodos na cama e na cadeira de rodas em recuperação de uma delicada cirurgia, o artista combinou desenho e pintura em colagens feitas com papeis recortados e coloridos com guache.

A exposição em cartaz na Caixa, reúne algumas de suas mais importantes obras nesse estilo. No total, foram publicados 250 exemplares do álbum, dos quais apenas dois estão no Brasil. As obras apresentadas pertencem ao número 196, que integra o acervo dos Museus Castro Maya, no Rio de Janeiro.

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Henri Matisse – Jazz
Onde: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Quando: 25/10 a 22/12/17, de terça-feira a domingo, das 10h às 21h
Classificação Indicativa: Livre
Quanto: Entrada franca

 

Mais que amigas, sócias! Quando o sonho de empreender acontece em boa companhia

Eu tenho duas amigas muito especiais, a Gabi e a Lu. Elas parecem bem diferentes, mas a verdade é que se completam como se fossem irmãs. As duas se conheceram na faculdade e sempre tiveram o sonho de empreender.

E, como sonho que se sonha junto vira realidade (mesmo em tempos de crise!), elas resolveram se unir para botar em prática uma ideia que tiveram lá nos tempos de Fundão (o campus da UFRJ no Rio)… a Artigiani! Uma marca deliciosamente saudável, feita por quem ama e entende de alimentação.

Pedi para elas dividirem com a gente como foi o processo de abrir um negócio sendo jovens e, claro, nesses tempos difíceis que estamos passando. E como a alimentação saudável pode ser gostosa e com preços justos. Ah, já dou uma dica do que elas compartilharam com a gente: coragem, amizade e companheirismo são ingredientes fundamentais para empreender! ❤

Com vocês, Artigiani!

“Nos conhecemos na faculdade durante o curso de Engenharia de Alimentos na UFRJ. Como alunas, seguimos caminhos distintos nos estágios e nos intercâmbios, mas sempre juntas como amigas e compartilhando uma a história da outra.

Sempre tivemos o sonho de ter o nosso próprio negócio e através dele inspirar outras pessoas através da alimentação e da inovação. Optamos pelo nicho de alimentação saudável pois vemos o aumento do consumo e a maior procura por produtos que aliam saudabilidade e prazer.

Uma de nós  costumava fazer testes em casa, e há muito tempo leva um estilo de vida equilibrado, e a outra, com uma maior vivencia de indústria, queria aplicar as ideias que teve durante um intercambio. E assim depois de muita conversa tivemos a ideia de criar a Artigiani, aliando qualidade e cuidado na seleção de matérias primas com sabor e nutrição. 

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Mil e uma combinações possíveis com as pastas de oleaginosas da Artigiani 

O nosso público em geral é mais maduro e se preocupa com o que ingere, não apenas a galera de academia, hoje sabemos que há uma conscientização maior em relação à alimentação. Um outro público não muito óbvio é o vegano. Todos os nossos produtos são também para esses consumidores, livres de qualquer ingrediente de origem animal. 

A coragem vem do nosso sonho ter o próprio negocio e juntas sabemos que podemos ir mais longe, a amizade e o companheirismo são fundamentais para não desistirmos.

Artigiani é uma palavra em italiano que significa Artesãos ou Artesãs. A palavra artesanal significa que fazemos um trabalho que não toma atalhos para diminuir custos, há sempre uma preocupação com qualidade desde o processo criativo até a finalização do produto. Pensamos nesse conceito e queríamos um nome que o traduzisse literalmente, e por isso Artigiani.

Estamos comercializando pastas de oleaginosas, integrais ou com melado, como por exemplo a de noz pecã com melado e canela. Nosso próximo passo está focado em sobremesas saudáveis e veganas. Temos muitas idéias e estamos ansiosas para mostrar para o público.”

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Vai ter sorteio no nosso Instagram! Corre lá!

Deu água na boca? Então corre no nosso Instagram que amos sortear um kit de pastas da Artigiani para vocês! E conheça mais sobre a marca em instagram.com/_artigiani .